Prefeitura de Jequié e ADAB iniciam ações de orientação sobre a não comercialização do leite in natura e os riscos à saúde da população

11/06/2024 às 15:32 Secretaria de Saúde
Prefeitura de Jequié e ADAB iniciam ações de orientação sobre a não comercialização do leite in natura e os riscos à saúde da população

Na sexta-feira, 7, representantes da Prefeitura de Jequié, através da Secretaria de Saúde, e Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) participaram de uma reunião para tratar sobre os riscos da comercialização do leite in natura, como é chamado o leite cru sem pasteurização, que vem sendo vendido de forma irregular em alguns estabelecimentos comerciais da cidade. Estiveram presentes, o secretário de Saúde, Marlon Pereira; a diretora da Vigilância Sanitária e Ambiental, Aneilda Gomes; o técnico da Vigilância Sanitária, Alberto Pinto; o presidente da Cooperativa de Leite de Jequié, Joacy Costa; os médicos veterinários, Sérgio Tenório e Wanderley Lima de Almeida, da ADAB; o técnico da ADAB, Geovane Batista; e o gerente técnico da área animal da ADAB, Aderbal Rodrigues.

Durante o encontro foram discutidas sobre as estratégias de orientação aos pequenos produtores rurais e pecuaristas sobre os riscos à saúde ocasionados pela comercialização do leite cru, prática proibida por lei federal desde 1969. De acordo com os técnicos da ADAB o consumo de leite in natura pode causar até 23 tipos de doenças, sendo sete viróticas e 16 bacterianas e a iniciativa conjunta deverá contar com ações educativas nas escolas, emissoras de rádios, carros de som, entre outras, com o objetivo de desestimular o consumo e a comercialização do leite in natura por parte da população.

“Tivemos essa primeira reunião com os técnicos da ADAB e deveremos avançar com as ações, levando orientação sobre o tema aos estudantes nas escolas municipais, nos estabelecimentos comerciais, criando campanhas de alerta para a população, além de visita nas propriedades rurais e pequenos pecuaristas. É importante lembrar aos moradores que o leite só deve ser consumido na forma pasteurizada, pois maior segurança no consumo do produto.”, destacou o secretário de Saúde, Marlon Pereira.

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